domingo, 28 de agosto de 2016

São Paulo



A cidade onde todos se encontram para diversas coisas e ocasiões. O lugar para o consumo da felicidade. O seu prazer pode ser o de comprar ou comer encontrará aqui, mas se for um prazer para apenas rir vai ter por aqui.





Esse chão velho e com rachaduras que pisamos parece ser feio por ser cinza, mas na verdade é lindo.  Há muita beleza e amor em sampa.

Quer comida ou bebida? Vai até o Mercado Municipal. Quer bebida? Vem pra augusta. Quer ler um pouco? Então vem aqui na Mario de Andrade. Quer cultura? Me encontre no museu afro. Quer sair do país? Estou na liberdade. Quer tranquilidade? Vem deitar na grama do Parque do Carmo.

A cidade onde dá para fazer de tudo um pouco, com a galera ou sozinho.

Vamos dançar um baião aqui, depois beber um chá, passar na capoeira e dar uma olhada na arte francesa.
Aqui se pode fazer tudo e muito mais. Uma cidade para se descobrir o mundo.  

A sua história e sua força, cada esquina uma surpresa. Seus prédios e sua beleza, vai se encantar ao visitar e viver esta cidade.


sábado, 19 de julho de 2014

Lágrima invisível

Hoje pude ver
Algo a me imprecionar
A tristeza nos olhos,
Do ser que não pode
Se desesperançar
Pobre educador
Que trás a filosofia a nós.
Será que é ouvido?
Por quem?
Humanos ouçam!
Eu grito a quem?
Estudar não é decorar
É sentir a doce sabedoria
Rejuvencendo nossa mente
É bom sentir isto todos os dias!
Obrigado!
Não desistam!
Ainda há esperança
Ela nunca morre.
Já mais morrerá.
O utópico esta apenas em nossas mentes.
O impossível é possível.
Tudo que é pensando pode existir.
Felicidade é sabedoria,
Felicidade é ver o outro feliz,
Felicidade contagia,
Felicidade é sabedoria.
Ensinar é a arte mais antiga de todas, pois existe antes mesmo de a raça humana poder existir.
Veja como mudam o mundo e como podem muda-lo.
Como o "operário em construção", de um amigo nunca conhecido (Vinicius de Moraes).
Vejam a grande obra que fazem pouco a pouco.
Que se torna grandiosa...

O fim


Por vezes me pego refletindo sobre os humanos. Gosto de pensar como se não fizesse parte da espécie, um ser de passagem. Em meio as minhas reflexões penso em como explicar as futuras gerações que podemos estar acabando com a Terra e o pior, não há para onde fugir.

Quando penso no fim não penso apenas na morte de milhares de espécies de animais e plantas, mas também penso no mundo se acabar em guerras nucleares, pandemias mortais, singularidade tecnológica, etc.
Quanto  mais penso mais me incomoda o fato de que poucos humanos se importam com isto. Por exemplo a AIDS, um doença que esta em queda de contagio em alguns países, mas esta em ascensão do contagio em muitos países que possuem recursos para a prevenção. E são poucos humanos que se importam com esta epidemia.

Para alguns humanos o mundo parece uma festa eterna, onde os pais não vão chegar em casa nunca, então vamos beber arrumar briga e usar tudo até morrer. Estes tolos humanos esquecem que a Terra não se regenera tão facilmente como gostaríamos, tão pouco nosso corpo será imune as destruições das doenças e radiações.

Uma guerra pode parecer bobagem, mas pode se tornar algo sério. Uma simples guerra entre nações erradas pode se converter em uma destruição da vida.
Não creio que os humanos serão eternos neste mundo, mas creio que podem sim mudar o mundo, deixá-lo menos temeroso de se viver.  Nunca vivi uma guerra, mas a temo, pois sou humano e gosto da vida de todos os humanos mesmo aqueles que estão longe.
A morte é injusta, nos mostra que por mais inteligentes que sejamos não somos imortais como queremos ser.


O que me acalma na solidão deste vazio é que mesmo sabendo que morrerei eu voltarei a  ser o que fui e o que sou, uma poeira estrelar. Um pedaço de sol sem luz para os olhos que não sabem enxergar. (Danillo Otavio Gomes )

domingo, 13 de julho de 2014

cade meu chá e meu amor?


                                                                                                                            Pode procurar para mim?
              Me de pistas.
                                                                   Me diga que é você.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

A cidade

Eu ando pela cidade e meu corpo se encanta com a beleza
Meus pés sentem a cidade a acordar e dormir.

Mas depois de um tempo
Depois de um dia...
A cidade me enche de vazio
E me tira o que não tinha.

Eu não tinha a solidão.
Agora estou viciado nela.
Eu sou ela, mas não sei o que sou realmente.

Sou um garoto em busca do amor?
Ou um amor em busca de um garoto?

Eu estou amaldiçoado e cheio de pensamentos.
Minha maldição é pensar no que não preciso, lembrar do que precisei e tentar esquecer o que deveria fazer.
Eu sou o meu próprio problema e minha única solução.

Agora o que fazer?

Esta cidade cinza,
Esta cidade vazia,
Pessoas andam para onde?
Elas vão ao trabalho, morrer?
Todos os dias, matamos um pouco todos os humanos.

Estou cansado desta cidade cinza
E desesperançado de um dia deitar na grama com alguém.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Poema das estrelas

O melhor de ser um humano é ver o sol se por
E neste momento, ver e sentir o mundo, saber que podemos refletir sobre ele .
Sabemos  que somos limitados ao tempo, um tempo curto e injusto,
Mas um tempo suficiente para sabermos quem somo realmente.
O que nos tornamos?
A esta pergunta vou sempre responder,  a raça mais foda perto  do sol.
Nosso único dever é criar o inimaginável e proteger a vida de tudo que conhecemos,
Se a vida chegou aqui, ou se surgiu aqui, devemos protegê-la espalhar ela.
Por todos os cantos do universo.
Nosso universo é complexo, mas precisa do calor humano, em todas as direções, devemos navegar.
Devemos ir ao canto mais escuro, levar a luz da sabedoria.
Quem sabe encontrar aliados e com eles levar a paz e aumentar nosso conhecimento.
Vamos fazer uma promessa , se a raça humana está sozinha, então devemos ir a todos os lugares e nunca mais ficarmos sozinhos.
E quando chegarmos  no fim do universo, criaremos o nosso próprio...

Somos nada mais que a variação do DNA, e como semelhantes devemos nos unir.