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sábado, 19 de julho de 2014

Lágrima invisível

Hoje pude ver
Algo a me imprecionar
A tristeza nos olhos,
Do ser que não pode
Se desesperançar
Pobre educador
Que trás a filosofia a nós.
Será que é ouvido?
Por quem?
Humanos ouçam!
Eu grito a quem?
Estudar não é decorar
É sentir a doce sabedoria
Rejuvencendo nossa mente
É bom sentir isto todos os dias!
Obrigado!
Não desistam!
Ainda há esperança
Ela nunca morre.
Já mais morrerá.
O utópico esta apenas em nossas mentes.
O impossível é possível.
Tudo que é pensando pode existir.
Felicidade é sabedoria,
Felicidade é ver o outro feliz,
Felicidade contagia,
Felicidade é sabedoria.
Ensinar é a arte mais antiga de todas, pois existe antes mesmo de a raça humana poder existir.
Veja como mudam o mundo e como podem muda-lo.
Como o "operário em construção", de um amigo nunca conhecido (Vinicius de Moraes).
Vejam a grande obra que fazem pouco a pouco.
Que se torna grandiosa...

quinta-feira, 3 de julho de 2014

A cidade

Eu ando pela cidade e meu corpo se encanta com a beleza
Meus pés sentem a cidade a acordar e dormir.

Mas depois de um tempo
Depois de um dia...
A cidade me enche de vazio
E me tira o que não tinha.

Eu não tinha a solidão.
Agora estou viciado nela.
Eu sou ela, mas não sei o que sou realmente.

Sou um garoto em busca do amor?
Ou um amor em busca de um garoto?

Eu estou amaldiçoado e cheio de pensamentos.
Minha maldição é pensar no que não preciso, lembrar do que precisei e tentar esquecer o que deveria fazer.
Eu sou o meu próprio problema e minha única solução.

Agora o que fazer?

Esta cidade cinza,
Esta cidade vazia,
Pessoas andam para onde?
Elas vão ao trabalho, morrer?
Todos os dias, matamos um pouco todos os humanos.

Estou cansado desta cidade cinza
E desesperançado de um dia deitar na grama com alguém.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Poema das estrelas

O melhor de ser um humano é ver o sol se por
E neste momento, ver e sentir o mundo, saber que podemos refletir sobre ele .
Sabemos  que somos limitados ao tempo, um tempo curto e injusto,
Mas um tempo suficiente para sabermos quem somo realmente.
O que nos tornamos?
A esta pergunta vou sempre responder,  a raça mais foda perto  do sol.
Nosso único dever é criar o inimaginável e proteger a vida de tudo que conhecemos,
Se a vida chegou aqui, ou se surgiu aqui, devemos protegê-la espalhar ela.
Por todos os cantos do universo.
Nosso universo é complexo, mas precisa do calor humano, em todas as direções, devemos navegar.
Devemos ir ao canto mais escuro, levar a luz da sabedoria.
Quem sabe encontrar aliados e com eles levar a paz e aumentar nosso conhecimento.
Vamos fazer uma promessa , se a raça humana está sozinha, então devemos ir a todos os lugares e nunca mais ficarmos sozinhos.
E quando chegarmos  no fim do universo, criaremos o nosso próprio...

Somos nada mais que a variação do DNA, e como semelhantes devemos nos unir. 

sábado, 3 de maio de 2014

As luzes

As luzes iluminam
Iluminam os prédios,
Iluminam as  casas ricas,
Mostram a beleza arquitetônica por trás das sombras.

As luzes iluminam os ricos.
A luz do sol noturno
Ferve-lhe as cabeças.
Procurando alguém, quem é desta vez?

A luz da lua ilumina o rio
O rio verde, que vai para bolsos
Bolsos ingleses e norte americanos.

O sol noturno encontrou
O que procurava
Agora vejo o rio vermelho.

Ontem fui barrado
Por não ser luz como os outros
Não pude ver a peça
Das sombras, como eu.

Quem brilha realmente?
Eu da periferia, ou
Ele da monarquia-burguesa do centro de sp?

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Pensamento

Pensar, nadar nos rios infinitos da mente.
Os humanos da razão,
Os humanos pensaram
Que pensam.  

Eu sei o motivo do sofrimento,
De toda a humanidade.
Eles pensam, mas...

A angustia corre não nas artérias,
Por entre os glóbulos,
Mas sim por entre os neurônios.
Cada nova conexão é um pesar, uma solidão.

A ignorância deixa as crianças felizes,
Conhecer o desconhecido,
Cria o vácuo na alma pura do amor.

A felicidade é impossível.
A razão tem sede de conhecimento,
A emoção contempla sem entender.

Eu vejo e sinto,
Quando eu entendo, se torna comum, normal.

No riso vazio esparramo
Meu doce amargor
Na terra vermelha repleta de plantas,
Cheia de infertilidade e cobiça da morte.

O que sou eu,
Do que não mais criador de coisas velhas ?

Somos humanos,
Espécie nova com conhecimento velho.
Mudar o exterior é mudar o nada, mudar o interior é mudar o tudo.

Conhecimento é a solidão mais gostosa que um humano pode sentir,
Posso ter a solidão eterna no meu peito,
Mas minha mente brilha de entusiasmo
Quando aprendo.

Conhecer é ver o espetacular se tornar normal,
Mas também é saber como ele funciona,

Nesta dualidade a felicidade do conhecimento vence.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Os pingos de chuva caem sobre mim, meus rosto se molha e se desmancha, meu corpo queima e se arrepia com o som do trovão... mas nada acontece meu corpo apenas se molha e só... meu peito dói e esfria, o frio é sedutor é gostoso, mas esta machucando meu corpo... quanto tempo, disse o tempo, quanto tempo tu tens? Nem o mais sabio de todos sabe... espero conseguir, conseguir minha experiência em mim mesmo, vai dar tudo certo, mais certo quanto o sol morrerá e tudo se acabará 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Depois de tanto ser flechado, pelo culpido desesperado, fechei meu peito para tudo, no começo as agulhas doiam e a ferida não cicatrizava tão rápido, mas agora me sinto livre... livre de amores... o coração que todos sabiam que frcharia apenas com o passado, o passado que ouvi, vivi ou apenas lembrei