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sábado, 19 de julho de 2014

O fim


Por vezes me pego refletindo sobre os humanos. Gosto de pensar como se não fizesse parte da espécie, um ser de passagem. Em meio as minhas reflexões penso em como explicar as futuras gerações que podemos estar acabando com a Terra e o pior, não há para onde fugir.

Quando penso no fim não penso apenas na morte de milhares de espécies de animais e plantas, mas também penso no mundo se acabar em guerras nucleares, pandemias mortais, singularidade tecnológica, etc.
Quanto  mais penso mais me incomoda o fato de que poucos humanos se importam com isto. Por exemplo a AIDS, um doença que esta em queda de contagio em alguns países, mas esta em ascensão do contagio em muitos países que possuem recursos para a prevenção. E são poucos humanos que se importam com esta epidemia.

Para alguns humanos o mundo parece uma festa eterna, onde os pais não vão chegar em casa nunca, então vamos beber arrumar briga e usar tudo até morrer. Estes tolos humanos esquecem que a Terra não se regenera tão facilmente como gostaríamos, tão pouco nosso corpo será imune as destruições das doenças e radiações.

Uma guerra pode parecer bobagem, mas pode se tornar algo sério. Uma simples guerra entre nações erradas pode se converter em uma destruição da vida.
Não creio que os humanos serão eternos neste mundo, mas creio que podem sim mudar o mundo, deixá-lo menos temeroso de se viver.  Nunca vivi uma guerra, mas a temo, pois sou humano e gosto da vida de todos os humanos mesmo aqueles que estão longe.
A morte é injusta, nos mostra que por mais inteligentes que sejamos não somos imortais como queremos ser.


O que me acalma na solidão deste vazio é que mesmo sabendo que morrerei eu voltarei a  ser o que fui e o que sou, uma poeira estrelar. Um pedaço de sol sem luz para os olhos que não sabem enxergar. (Danillo Otavio Gomes )

sábado, 3 de maio de 2014

As luzes

As luzes iluminam
Iluminam os prédios,
Iluminam as  casas ricas,
Mostram a beleza arquitetônica por trás das sombras.

As luzes iluminam os ricos.
A luz do sol noturno
Ferve-lhe as cabeças.
Procurando alguém, quem é desta vez?

A luz da lua ilumina o rio
O rio verde, que vai para bolsos
Bolsos ingleses e norte americanos.

O sol noturno encontrou
O que procurava
Agora vejo o rio vermelho.

Ontem fui barrado
Por não ser luz como os outros
Não pude ver a peça
Das sombras, como eu.

Quem brilha realmente?
Eu da periferia, ou
Ele da monarquia-burguesa do centro de sp?

segunda-feira, 21 de abril de 2014

eu encontrei minha liberdade, ela esta no vento batendo em meu rosto.
qual a sua liberdade?
minha liberdade é saber que posso ser livre de mim mesmo, mas preso em meu cérebro

domingo, 20 de abril de 2014

conhecimento

Estamos voltados para o exterior, vemos o desmoronar de nosso templo, do caos de nossas  cidades. Você foge para a natureza, não vão, salve os outros, somos humanos, irmãos. Só podemos salvar com conhecimento, este é o verdadeiro  deus dos humanos, este deus que deve estar em todos em grande desenvolvimento.

Devemos desenvolver nosso conhecimento  logo, assim criaremos uma coluna dentro de nós para melhorar o exterior.  Conhecer o exterior é importante, mas se auto conhecer é mais importante.

Levar o conhecimento para todos,  é a única maneira de salvar a raça por inteiro. Conhecimento é a maior arma dos humanos com ela podem fazer qualquer coisa. Juntos conseguimos mudar o mundo, mas como chegar ao conhecimento, como fazer os humanos a terem vontade de aprender sempre? Sociedade viciada no prazer rápido, não gosta de conhecimento construído.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Pensamento

Pensar, nadar nos rios infinitos da mente.
Os humanos da razão,
Os humanos pensaram
Que pensam.  

Eu sei o motivo do sofrimento,
De toda a humanidade.
Eles pensam, mas...

A angustia corre não nas artérias,
Por entre os glóbulos,
Mas sim por entre os neurônios.
Cada nova conexão é um pesar, uma solidão.

A ignorância deixa as crianças felizes,
Conhecer o desconhecido,
Cria o vácuo na alma pura do amor.

A felicidade é impossível.
A razão tem sede de conhecimento,
A emoção contempla sem entender.

Eu vejo e sinto,
Quando eu entendo, se torna comum, normal.

No riso vazio esparramo
Meu doce amargor
Na terra vermelha repleta de plantas,
Cheia de infertilidade e cobiça da morte.

O que sou eu,
Do que não mais criador de coisas velhas ?

Somos humanos,
Espécie nova com conhecimento velho.
Mudar o exterior é mudar o nada, mudar o interior é mudar o tudo.

Conhecimento é a solidão mais gostosa que um humano pode sentir,
Posso ter a solidão eterna no meu peito,
Mas minha mente brilha de entusiasmo
Quando aprendo.

Conhecer é ver o espetacular se tornar normal,
Mas também é saber como ele funciona,

Nesta dualidade a felicidade do conhecimento vence.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Talvez ninguém peeceba, mas toda vez que sorrio, minhas veias se desfazem, meu coração morre, e meu cérebro procura todo tipo de informação e aprendizado para poder ocupar o lugar de meu coração